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Associado conta como abriu empresa no Canadá

Sonho de muitos empreendedores, abrir uma empresa fora do país é uma experiência que desperta uma série de dúvidas, especialmente no que diz respeito a aspectos burocráticos. Porém, diante dos ganhos com a internacionalização, aqueles que decidem ir em frente não costumam se arrepender.

Esse é o caso da Carolina Hack, diretora da GCS Company (que adota o nome GC5 no Canadá), que viu, a partir de sua mudança para o Canadá, uma oportunidade de expandir a empresa para o país norte-americano. “A GCS já estava em busca da diversificação dos negócios como forma de minimizar os riscos e ampliação da participação em novos ramos de atividade empresarial. Além disso, constatamos que o Canadá é um país bastante organizado, com apoio e incentivo ao empreendedorismo, cujas leis e regras são claras, simples e efetivas. A proximidade dos Estados Unidos também é uma vantagem, pois amplia as possibilidades de negócios”, explicou.

A abertura da empresa foi precedida por um estudo de mercado, no qual constataram a viabilidade do negócio no Canadá. Segundo Paulo de Castro Reis, diretor de Relações Institucionais e Negócios da CCBC, esse tipo de análise é essencial. “O lançamento de qualquer operação, seja no Brasil ou no exterior, deve ser sempre precedido por uma avaliação. Considerando a importância de um projeto internacional este diagnóstico é fundamental antes de se tomar qualquer decisão”, contou.

No caso da GC5 Company, o estudo indicou potencial para exportação/importação com foco na área Farmacêutica, fazendo com que a empresa optasse por atuar na intermediação para Exportação e Importação com foco no segmento Farmacêutico/Cosmético, utilizando tecnologia e plataformas automatizadas. “O uso destas tecnologias é o nosso principal diferencial, pois nos permitirá maior competitividade nas operações”.

Com relação às exigências, os pontos a serem vencidos incluem a escolha do tipo de empresa, a estrutura tributária e contábil, questões resolvidas, segundo a empreendedora, com o apoio de especialistas em negócios no Canadá.

Nesse processo de internacionalização, conforme contou Luiz Sérgio Castro e Silva, fundador e sócio da empresa no Brasil, o apoio da CCBC através de esclarecimentos e informações sobre o ambiente empresarial canadense, além da disponibilização do estudo “Pesquisa e Desenvolvimento do Setor Farmacêutico do Canadá”, apresentando o potencial do mercado no país, foi muito importante. “Mantivemos uma agenda de reuniões com a câmara onde foram tratados diversos assuntos, desde os requisitos básicos para abertura até a indicação de possíveis parceiros, nos dando absoluta segurança para irmos em frente”, disse.

Além do suporte de um parceiro no Brasil, com conhecimento no mercado canadense, como a CCBC, a executiva recomenda que os interessados em trilhar o mesmo caminho busquem instituições no Canadá que forneçam informações semelhantes. “A GC5 participou de cursos e palestras na Enterprise Toronto, que é um órgão da cidade que auxilia empreendedores a viabilizarem suas empresas e que tem uma atuação semelhante ao Sebrae, no Brasil”, explicou.

“Ficamos muito satisfeitos quando percebemos toda a evolução de uma empresa, desde os primeiros estudos de viabilidade até sua implantação no Canadá, como aconteceu com a GC5. A CCBC está aqui para ajudar todos os interessados em atuar no mercado canadense!”, concluiu Paulo de Castro Reis. 



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